Práticos · Custos

Moeda e custos nas Seicheles

A moeda é a rupia das Seicheles. Uma semana ronda os 3 500 a 4 500 euros por pessoa, com voo.

A moeda local é a rupia das Seicheles (SCR). Os cartões são aceites na maioria dos hotéis, restaurantes e lojas, mas convém levar algum dinheiro para mercados, táxis, autocarros e pequenas compras. Há multibancos em Mahe e Praslin, menos em La Digue, por isso leve trocado antes de mudar de ilha.

Quanto custa uma semana

PerfilPor pessoa, uma semana com voo
Económico, guest houses e refeições por contadesde 2 800 €
Gama média, hotéis 3 a 4 estrelas3 500 a 4 500 €
Luxo, resorts 5 estrelas6 000 € e mais

Onde o dinheiro vai

O voo pesa 750 a 850 euros. O alojamento é o maior custo diário e varia enormemente. Comer fora ronda os 15 a 30 euros por refeição num restaurante local, mais nos resorts. As travessias de ferry entre ilhas custam algumas dezenas de euros. Os passeios de barco andam nos 70 a 150 euros por pessoa.

Como poupar

Ficar em guest houses crioulas, cozinhar algumas refeições, comprar no mercado de Victoria, andar de autocarro em Mahe e Praslin e viajar em junho ou novembro corta a fatura para menos de metade. Veja o guia dedicado, as Seicheles são caras, quanto custa e como poupar.

Gorjetas

Não são obrigatórias, o serviço costuma estar incluído. Uma pequena gorjeta por um bom serviço é sempre bem recebida, mas nunca esperada.

Rupia, euro e câmbio

A rupia das Seicheles flutua, mas na prática ronda as catorze a quinze rupias por euro. Não vale a pena trocar dinheiro em Portugal, onde a taxa é má e a rupia é difícil de arranjar; troque à chegada, no aeroporto de Mahé, num banco ou num multibanco, onde a taxa é justa. Evite trocar grandes quantias de uma vez, porque sobra rupia difícil de reconverter à saída. Muitos hotéis e resorts afixam preços em euros e aceitam-nos, mas o troco vem em rupias.

Cartões, multibanco e numerário

  • Cartões Visa e Mastercard funcionam na maioria dos hotéis, restaurantes e supermercados; o American Express é menos aceite.
  • Multibancos existem em Mahé e em Praslin, junto aos bancos e no aeroporto; em La Digue são poucos, por isso leve rupias antes de mudar de ilha.
  • Numerário é indispensável para mercados, bancas de fruta, autocarros, táxis e pequenas compras, onde o cartão raramente passa.
  • Avise o seu banco de que vai viajar, para o cartão não ser bloqueado por segurança, e prefira um cartão sem comissões de câmbio.

Orçamento diário, sem voo

ItemCusto indicativo
Refeição num restaurante local15 a 30 € por pessoa
Cerveja SeyBrew / água3 a 4 € / 1 a 2 €
Aluguer de carro por diadesde ~45 €
Bilhete de autocarromenos de 1 €
Passeio de barco de um dia70 a 150 € por pessoa
Entrada no Vallée de Maicerca de 25 €

Estes valores são indicativos, para orientar o orçamento; a reserva de qualquer serviço é feita através da SeyBooking.com, o operador licenciado.

Taxas turísticas e impostos

Há dois custos que convém antecipar. Muitos alojamentos aplicam uma pequena taxa ambiental por pessoa e por noite, cobrada no destino, e a maioria dos preços já inclui o IVA local e a taxa de serviço, mas confirme sempre se o valor anunciado é final. Nos resorts, as extras, o spa e as bebidas somam depressa, por isso vale a pena perguntar o que está e o que não está incluído antes de reservar.

Últimos conselhos de carteira

  • Guarde uma reserva de rupias em notas pequenas para o dia da partida, útil para o táxi e para um último café no aeroporto.
  • Não deixe para a saída a troca de rupias a mais; reconverter é difícil e a taxa é pior.
  • Leve dois cartões de bancos diferentes, guardados em sítios separados, como salvaguarda.
  • Fotografe ou anote os números de emergência do seu banco, para bloquear um cartão perdido.
Mercado de Victoria, Mahé
No mercado de Victoria paga-se em rupias e a preços muito abaixo dos resorts.
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Gerir o dinheiro nas ilhas

Custos que passam despercebidos

Além do óbvio, há despesas fáceis de esquecer. A taxa ambiental de alojamento, cerca de 25 rupias por pessoa e por noite, cobra-se no destino. As entradas em Vallée de Mai, cerca de 25 euros, e em L'Union Estate, cerca de 8, somam-se. E os extras de resort, do spa às bebidas, sobem depressa. Pergunte sempre o que está incluído antes de reservar.

Câmbio, sem cair em armadilhas

Ao pagar com cartão, escolha sempre ser cobrado em rupias, não em euros, para evitar a conversão dinâmica do terminal, que aplica uma taxa pior. Levante dinheiro em multibancos de banco, não em quiosques de câmbio do aeroporto que anunciam zero comissões mas dão taxas más. Um cartão sem comissões de câmbio é o melhor companheiro de viagem.

Orçamento diário por perfil

Sem contar o voo nem o alojamento, um viajante económico gasta 30 a 50 euros por dia em comida e transportes; um de gama média, 70 a 120, com restaurantes e um passeio; e quem procura conforto passa facilmente dos 200, entre jantares de resort, spa e excursões privadas. Saber o seu perfil ajuda a estimar a viagem toda.

Poupar sem abdicar do essencial

As poupanças reais estão em três hábitos: dormir em guest houses crioulas, comer nos takeaways e mercados locais, e usar o autocarro em Mahé e Praslin, que custa cêntimos. Trocar um voo interno por ferry e viajar em junho ou novembro corta ainda mais. Veja o guia as Seicheles são caras.

Levar e guardar dinheiro

Leve dois cartões de bancos diferentes, guardados em sítios separados, e avise os bancos de que vai viajar. Mantenha uma pequena reserva de rupias em notas pequenas para táxis, autocarros e o dia da partida. E não troque grandes quantias de uma vez, porque reconverter rupias à saída é difícil e a taxa é pior.

O preço real das refeições

Comer molda o orçamento diário. Um caril de peixe num takeaway custa 5 a 10 euros e enche; um prato num restaurante local, 12 a 20; e um jantar de resort, 40 a 60 por pessoa, muitas vezes mais com bebidas. Uma cerveja SeyBrew ronda os 3 euros, a água 1 a 2. Cozinhar algumas refeições na guest house, com peixe do mercado, é a maior poupança para famílias.

Transportes, o que custam

O autocarro em Mahé e Praslin custa menos de um euro por viagem e chega a quase todo o lado, a opção mais barata de todas. Um táxi do aeroporto a Beau Vallon ronda os 20 a 25 euros. O aluguer de carro começa nos 45 euros por dia, e a bicicleta em La Digue nos 8 a 12. Somar bem estes valores ajuda a estimar o custo diário sem surpresas, e é onde uma família com crianças pode poupar mais, trocando o táxi pelo autocarro e o voo interno pelo ferry sempre que o tempo o permita.

Perguntas frequentes

O essencial, respondido.

Qual é a moeda das Seicheles?

A rupia das Seicheles (SCR). Os cartões são amplamente aceites, mas leve algum dinheiro para mercados, táxis, autocarros e La Digue, onde há menos multibancos.

Onde troco dinheiro nas Seicheles?

À chegada, no aeroporto de Mahé, num banco ou multibanco, onde a taxa é justa. Não vale a pena comprar rupias em Portugal. A rupia ronda as catorze a quinze por euro.

Preciso de levar euros ou rupias?

Leve euros e troque no destino, ou levante rupias no multibanco à chegada. Muitos hotéis aceitam euros, mas o troco vem em rupias e o dia a dia faz-se em numerário local.

Quanto custa uma semana nas Seicheles?

De cerca de 2 800 euros por pessoa em guest houses a 4 500 euros em gama média, já com o voo. Nos resorts de luxo passa facilmente dos 6 000 euros.

As Seicheles são caras?

Têm fama de caras, sobretudo o alojamento e o voo, mas dá para controlar muito o custo com guest houses, refeições locais e transportes públicos. Temos um guia dedicado a poupar.

Aceitam cartão nas Seicheles?

Sim, na maioria dos hotéis, restaurantes e lojas. Leve dinheiro para mercados, táxis, autocarros e compras pequenas, sobretudo em La Digue.

Dão-se gorjetas nas Seicheles?

Não são obrigatórias e o serviço costuma estar incluído. Uma pequena gorjeta por um bom serviço é bem recebida, mas nunca esperada.

Boa viagem.

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