Carta V
Carta V · Feito por nós
Casamento na praia
Uma cerimónia legal na praia, chave na mão. Licença, celebrante, decoração, flores e as testemunhas. Assina de manhã, celebra à tarde.
Portugal foi a primeira nação da Europa a cartografar e a dar nome a estes mares. As Ilhas do Almirante, as Amirantes, ainda hoje têm o nome que a armada de Vasco da Gama lhes deu. Este é o guia português para viver as Seicheles hoje.
Somos o balcão de Portugal da rede SeyBooking.com, escrito de Mahe, onde vivemos e trabalhamos. Contamos-lhe tudo o que precisa para planear a viagem, do primeiro voo desde Lisboa à última tarde em La Digue. Depois ligamo-lo a quem a realiza.
As Seicheles são, para muitos portugueses, o sonho longínquo por excelência, com praias de granito e areia branca, água morna e transparente e uma natureza que não existe em mais lado nenhum. A distância assusta, e a fama de destino caro também, mas nenhuma das duas conta a história toda. Chega-se com uma só escala, e o arquipélago cabe em mais orçamentos do que parece, das guest houses crioulas aos resorts de ilha privada.
Escrevemos de Mahe, onde vivemos, e conhecemos as ilhas pelo lado de dentro: as praias seguras e as traiçoeiras, o ferry que atrasa com vento sul, o mês em que o mar assenta, a casa de família que vale três vezes o hotel do lado. É esse conhecimento de terreno que pomos neste guia, para que planeie com verdade e não com folhetos.
O essencial do destino, em poucos minutos, antes de descer ao detalhe de cada tema.
As Seicheles são um arquipélago de 115 ilhas no Índico ocidental, a cerca de 1600 km da costa de África e a apenas quatro graus a sul do equador. Espalham-se por 1,4 milhões de km² de oceano, mas a terra firme soma pouco mais de 450 km². Antes de escolher praias e hotéis, vale a pena perceber o que torna estas ilhas diferentes de qualquer outro destino tropical.
As ilhas centrais, Mahe, Praslin e La Digue, são graníticas, altas e verdes, as únicas ilhas oceânicas de granito do mundo, restos de um continente antigo. À volta, dispersas, ficam as ilhas de coral, planas e remotas, incluindo o atol de Aldabra, Património Mundial. Quase toda a viagem acontece nas três graníticas, onde estão o aeroporto, os hotéis e as praias de cartaz. Conheça-as em as ilhas das Seicheles.
A temperatura fica o ano inteiro entre 27 e 31 graus e não há furacões. O que muda é o vento das duas monções: a de sudeste, de maio a setembro, mais fresca e ventosa, e a de noroeste, de dezembro a março, mais quente e húmida. As viragens, em abril e em outubro-novembro, dão o mar mais calmo e a melhor luz. Veja o detalhe mês a mês na melhor altura para visitar.
É a razão de fundo para vir. O coco-de-mer, a maior semente do reino vegetal, só cresce no Vallee de Mai de Praslin, Património Mundial. As tartarugas gigantes de Aldabra passam das cem mil. Há aves, plantas e répteis endémicos às centenas, e recifes que fazem do snorkeling um espetáculo à beira-mar. Cerca de metade do território é área protegida, um dos rácios mais altos do planeta.
Fala-se crioulo, inglês e francês, e o inglês resolve tudo. Não é preciso visto, apenas uma autorização eletrónica pedida antes de voar. Não há malária. Paga-se em rupias, mas o cartão serve quase em todo o lado. É um destino estável, tranquilo e habituado a receber, onde a maior dificuldade do dia costuma ser escolher a praia. Para as contas reais da viagem, veja moeda e custos.
A fama de destino caríssimo merece nuance. O grosso da despesa é o voo e o alojamento. Uma semana por pessoa, já com voo desde Portugal, ronda os 2 800 euros em guest houses crioulas, sobe para 3 500 a 4 500 em hotéis de gama média e passa dos 6 000 nos resorts de cinco estrelas. Come-se bem por 5 a 10 euros num takeaway local, e o transporte público custa cêntimos. Com casas de família, refeições de mercado e ferry em vez de voo interno, a viagem cabe em orçamentos que a fama do destino faria duvidar.
Pouco, e leve. Roupa de praia e de verão, uma peça mais fresca para o vento sul e para o ar condicionado, calçado que agarre nas rochas de granito, e o essencial da água: máscara e tubo próprios, protetor solar forte e biodegradável, chapéu. Um adaptador de tomada britânica de três pinos e um saco à prova de água para os passeios de barco completam o indispensável. O resto compra-se sem dificuldade em Victoria.
A internet chega a quase todo o lado. Compra-se um cartão SIM local no aeroporto, com dados abundantes por poucos euros, e a maioria dos hotéis e restaurantes tem wi-fi. A cobertura é boa nas ilhas centrais e mais irregular nas exteriores. Para quem trabalha à distância, Mahe e Praslin aguentam videochamadas sem drama, e há já alguns espaços de coworking na capital, Victoria.
Se está a começar, siga por esta ordem: quando ir, quantos dias, que ilhas e quanto custa, e só depois o voo e os práticos. É a sequência que evita os dois erros mais comuns, ficar pouco tempo para uma viagem tão longa ou espalhar-se por ilhas a mais. O guia completo organiza tudo por pergunta.
Três coisas fazemos no local, em Mahe. As outras três mostramos-lhe ao melhor preço e encaminhamos para quem as reserva.
Carta V
Carta V · Feito por nós
Uma cerimónia legal na praia, chave na mão. Licença, celebrante, decoração, flores e as testemunhas. Assina de manhã, celebra à tarde.
Carta VI
Carta VI · Feito por nós
A equipa que já trabalha nas Seicheles. Full frame, quatro olhos, um filme no fim. No local, em Mahe, sem fotógrafo trazido de fora.
Carta VII
Carta VII · Feito por nós
Automático e com ar condicionado, porque é a escolha certa. Entrega no aeroporto ou no hotel, sem caução, seguro incluido.
Carta VIII
Carta VIII · Do mercado
Emirates, Qatar, Etihad, Air France, sempre com uma escala. Mostramos a ligação mais rápida e o mês mais barato. Reserva direta na companhia.
Carta IX
Carta IX · Do mercado
Da pequena guest house com vista de mar ao resort de cinco estrelas. Avaliações reais, cancelamento grátis até perto da chegada. Casas escolhidas por nós.
Carta X
Carta X · Do mercado
Vallee de Mai, tartarugas gigantes em Curieuse, snorkeling no parque marinho de Sainte Anne, ilha a ilha. Confirmação imediata.
Reservas e pagamentos processados pela SeyBooking.com, o operador licenciado. A Seicheles.com e um guia e portal de marketing, nao uma agencia de viagens.









A armada de Vasco da Gama passou por estas águas a caminho da Índia e deu nome às Ilhas do Almirante, as Amirantes, que ainda hoje o conservam. Portugal cartografou e baptizou este arquipélago, nunca o colonizou. Nenhuma povoação, nenhum povo deslocado, apenas a rota e o nome. É essa a nossa ligação a estas ilhas, e a razão de este guia ser português.
Ler a história completaTrês são habitadas, Mahe, Praslin e La Digue. As outras são reservas, atóis e pontos de granito espalhados por um oceano imenso. Eis algumas, com a sua área.
As 115 ilhas deste arquipélago espalham-se por 1,4 milhões de km² de oceano, uma zona económica maior do que toda a Europa Ocidental. Três são habitadas.
Casamento, lua de mel, uma família a planear a primeira viagem. Deixe o pedido e encaminhamos para a SeyBooking.com com tudo pronto. Sem compromisso.
Uma semana de gama media, com voo desde Lisboa incluido, ronda os 3 500 a 4 500 euros por pessoa. Com guest houses e refeicoes por conta propria e possivel desde cerca de 2 800 euros, e para cima nao ha limite.
Nao ha voo direto. Voa com uma escala via Dubai, Doha, Paris ou Abu Dhabi. As ligacoes mais comuns sao Emirates, Qatar Airways e Etihad. O tempo total de viagem ronda as 16 horas.
Nao. Nao ha visto para as Seicheles. Antes de viajar preenche a Travel Authorization online, demora cerca de dez minutos e custa perto de 10 euros.
Abril, maio, outubro e novembro sao ideais, com mar calmo e muito sol. As Seicheles sao quentes todo o ano, nao ha um mes mau, so os meses de ferias escolares ficam mais caros.
Sim, muito. Nao ha malaria, a agua e limpa e a criminalidade e baixa. Basta o cuidado normal com os valores na praia. Sao um dos destinos mais seguros do mundo.
Boa viagem.
Seicheles.com · A Rota das Seicheles