Casamento · Passo a passo

Planeamento de casamento nas Seicheles

Do primeiro email ao pé descalço na areia. O guia completo para organizar o vosso casamento nas Seicheles, sem stress e sem surpresas.

Seis passos

Como organizar o vosso casamento.

1. Escolher a ilha e a data

Mahé pela facilidade e preço, Praslin pelas praias, La Digue pela imagem. A melhor altura é a estação seca, de maio a setembro, com menos chuva. Decida quantos são.

2. Simbólico ou legal

A maioria faz a cerimónia simbólica na praia e regista o casamento em Portugal, mais simples e sem burocracia local. Se quiser o casamento legal nas Seicheles, tratamos da papelada.

3. O local e o pacote

Escolhemos a praia ou o jardim, o oficiante, as flores, a decoração, a música e o bolo. Diga-nos o estilo e o orçamento e montamos as opções.

4. Fotografia e beleza

Reserve cedo o fotógrafo e o vídeo, e o cabeleireiro e maquilhagem de noiva. São os serviços que mais depressa esgotam nas datas altas.

5. Estadia e lua de mel

Combine o casamento com onde ficar e com a lua de mel na mesma viagem, muitas vezes saltando entre ilhas. Tratamos dos voos internos e transferes.

6. O dia

No dia, a equipa no terreno trata de tudo. Vocês só têm de aparecer, descalços na areia, e dizer sim.

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Comece a planear o vosso casamento

Conte-nos a vossa ideia. Devolvemos um plano com opções, datas e um valor claro, sem compromisso.

Reservas e pagamentos processados pela SeyBooking.com, o operador licenciado. A Seicheles.com e um guia e portal de marketing, nao uma agencia de viagens.

Guia completo

Planear o casamento, sem stress

Casar nas Seicheles é mais simples do que parece, e este guia mostra porquê. Reunimos aqui tudo o que um casal português precisa de decidir, pela ordem certa, para chegar ao dia sem stress e sem surpresas no orçamento. Do simbólico ao legal, da escolha da ilha ao fotógrafo, cada passo está explicado com números reais e com a experiência de quem organiza casamentos no terreno, em Mahé.

Simbólico ou legal, a grande decisão

É a primeira escolha, e condiciona toda a papelada. A maioria dos casais estrangeiros faz uma cerimónia simbólica na praia, linda e sem qualquer burocracia local, e trata do registo civil em Portugal, antes ou depois da viagem. É mais barato, mais rápido e igualmente emocionante. A alternativa é o casamento legal nas Seicheles, com valor jurídico internacional, que exige documentos apostilados entregues com antecedência e uma breve estadia na ilha antes do dia. Ambos se organizam connosco. Explicamos as duas vias e a lista completa em documentos de casamento.

Quanto custa, por ilha

Os valores de partida das cerimónias simbólicas variam com a ilha e a logística. Em Mahé começam por volta de 1 650 euros, em Praslin por volta de 1 990 e em La Digue por volta de 2 090, esta mais cara por causa do transporte de barco. O valor de base inclui, em regra, o oficiante, o arco decorado, as flores da noiva, a coordenação no dia e a papelada simbólica. Ficam de fora o jantar dos convidados, a fotografia, a beleza de noiva e os extras de decoração, que se somam ao gosto. Um casamento a dois com fotografia e um bom jantar situa-se muitas vezes entre 2 500 e 4 500 euros, fora voos e estadia.

Os serviços que se reservam à parte

Alguns serviços marcam-se cedo porque esgotam. A fotografia começa à volta de 850 euros nos pacotes profissionais, e o vídeo a partir de cerca de 1 290. A beleza de noiva, com ensaio, faz-se no hotel no próprio dia. O jantar, o bolo, a música e a decoração acrescentam-se conforme o número de convidados e o estilo. Damos sempre um valor claro, item a item, sem números redondos que depois crescem.

O calendário ideal

Planeiem com seis meses a um ano de antecedência, sobretudo se apontam à estação seca, de maio a setembro, e se querem um fotógrafo ou um resort específico. As datas altas de julho, agosto e do fim do ano enchem cedo. Reservem primeiro a ilha e a data, depois o alojamento e o fotógrafo, e por fim os extras. Também organizamos casamentos com menos antecedência, mas com menos escolha de fornecedores.

Casar a dois, ou com convidados

As duas coisas são possíveis, e mudam a logística. Um elopement, só os dois, resolve-se com pouco e é o formato mais económico e mais fácil de tratar à distância. Com convidados, entra o jantar, o alojamento do grupo e os transferes, e vale a pena escolher Mahé ou Praslin, mais fáceis de acomodar. Dizemos- vos com franqueza o que muda no preço e na organização em cada caso, para decidirem sem ilusões.

Como corre o dia

No dia, a equipa no terreno chega antes, monta o arco, as flores e as cadeiras, e coordena o oficiante, o fotógrafo e a beleza. As cerimónias marcam-se em geral ao fim da tarde, pela luz dourada e pelo calor mais ameno, com o pôr do sol como cenário. Segue-se o brinde e o jantar, na praia ou no resort. Os noivos só têm de aparecer, descalços na areia, e viver o momento. Tudo o resto está tratado.

Renovação de votos

Uma parte dos casais que ajudamos não vem casar, vem renovar os votos, às vezes anos depois do casamento em Portugal. O formato é idêntico ao simbólico, íntimo e sem burocracia, e é uma das formas mais bonitas de celebrar um aniversário de casamento. Basta escolher a ilha, a data e o cenário, e tratamos do resto.

O nosso papel, com franqueza

A Seicheles.com informa e encaminha, não vende nem cobra. Planeamos convosco por email e WhatsApp e passamos o pedido à SeyBooking.com, o operador licenciado que confirma fornecedores, datas e o preço final em pagamento seguro. Os valores desta página são indicativos, para orientar o orçamento. Assim têm o conselho de quem vive nas ilhas e a proteção de um operador registado.

Voos, transferes e a viagem à volta

Um casamento nas Seicheles é também uma viagem, e vale a pena montá-la à volta do dia. Ajudamos a encaixar os voos desde Portugal, com uma escala, os voos internos ou ferries entre ilhas e os transferes do aeroporto ao hotel. O conselho de sempre é chegar dois a três dias antes do casamento, para recuperar do voo, tratar do ensaio de beleza e resolver qualquer imprevisto sem pressa, e guardar a lua de mel para depois. Vejam como chegar e a lua de mel para desenhar a viagem completa.

Erros a evitar

Três erros aparecem sempre. Deixar o fotógrafo e o alojamento para a última hora, que esgotam nas datas altas. Marcar a cerimónia para o meio-dia, quando o sol é duro e o calor aperta, em vez do fim da tarde. E apertar o calendário, casando no dia da chegada ou mudando de ilha na véspera. Planeado com folga, e com a equipa certa no terreno, um casamento nas Seicheles corre sem sobressaltos e fica para a vida.

Cerimónia de casamento na praia, Seicheles
A cerimónia faz-se em geral ao fim da tarde, para a luz dourada e o pôr do sol.
Pormenores de decoração de casamento nas Seicheles
O arco, as flores e a mesa montam-se no dia pela equipa no terreno.
Momentos

Casamentos nas Seicheles

Perguntas frequentes

Com quanto tempo devemos planear?

Idealmente seis meses a um ano, sobretudo para a estação seca e para garantir fotógrafo e alojamento. Mas também organizamos casamentos com menos antecedência.

Que documentos são precisos?

Para o casamento simbólico, nenhum. Para o legal, precisam de passaporte, certidões e uma estadia mínima na ilha antes do dia. Explicamos tudo nos documentos.

Podem tratar de tudo à distância?

Sim. Planeamos tudo por email e WhatsApp com a equipa da SeyBooking.com, o operador licenciado no terreno, e vocês só chegam para o dia.

Quanto custa em média?

As cerimónias simbólicas começam à volta de 1 650 a 2 090 euros conforme a ilha. Um casamento com mais convidados e extras sobe a partir daí. Damos um valor claro para o vosso caso.

Boa viagem.

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