Trilhos · Mahé

Trilho de Copolia

O trilho mais famoso de Mahé, curto e recompensador, até uma laje de granito com vista sobre Victoria e as ilhas.

Trilho de Copolia, Mahé

O trilho

Copolia é o primeiro trilho que quase toda a gente faz em Mahé, e por boas razões. Sobe pela floresta do Parque Nacional do Morne Seychellois, entre plantas carnívoras e granito coberto de musgo, até uma enorme laje inclinada, o glacis, aberta sobre o mar. Do topo vê-se Victoria, o porto, o Parque Marinho de Sainte Anne e as ilhas ao largo.

É bem marcado e faz-se em cerca de quarenta e cinco minutos até ao cimo. A subida tem degraus e raízes, mas está ao alcance de qualquer pessoa com forma física normal. Vá cedo, pela manhã, antes do calor e das nuvens.

Como chegar ao início

O trilho parte de um portão sinalizado na estrada de Sans Souci, a estrada de montanha que liga Victoria à costa oeste, a cerca de vinte minutos de carro da capital. Há um pequeno parque de estacionamento junto ao início e um posto onde por vezes se paga uma taxa simbólica de entrada no parque nacional. De táxi ou carro alugado é o mais prático, já que não há autocarro à porta.

O terreno e o percurso

São cerca de quarenta e cinco minutos de subida constante, por um caminho bem marcado de degraus de madeira, raízes e pedra, através da floresta do Morne Seychellois. O troço final abre-se numa enorme laje inclinada de granito, o glacis, que se atravessa com cuidado até à beira. Não é técnico, mas a laje fica escorregadia com chuva.

O que se vê

Pelo caminho vê plantas carnívoras, as nepenthes que só crescem nestas montanhas, palmeiras endémicas, granito coberto de musgo e ouve o canto das aves da floresta. Do topo, a vista abre-se sobre Victoria, o porto, o Parque Marinho de Sainte Anne e as ilhas ao largo, uma das melhores panorâmicas de Mahé.

Dificuldade e para quem é

Fácil a moderado, ao alcance de qualquer pessoa com forma física normal, incluindo crianças habituadas a andar. A subida é curta mas puxa um pouco com o calor. Calçado com boa aderência faz toda a diferença nos degraus e na laje final.

Melhor altura para ir

Faz-se todo o ano, mas é melhor na estação mais seca, de maio a setembro, quando o trilho está menos lamacento e a laje menos escorregadia. Vá de manhã cedo, antes do calor e das nuvens que muitas vezes tapam a vista a meio do dia.

Segurança

É um trilho seguro e movimentado, mas a laje de granito no topo é inclinada e perigosa com piso molhado, por isso não se aproxime da beira com chuva. Leve água, avise alguém do seu plano e não desça ao escurecer. Calçado fechado com sola de aderência é essencial.

Combinar com o resto do dia

Como fica na estrada de Sans Souci, combina-se bem com o Morne Blanc, mais acima, e com uma visita a Victoria no mesmo dia. É o trilho ideal para uma primeira manhã em Mahé, antes de descer para uma tarde de praia.

O que levar

Leve calçado fechado com boa aderência, água em quantidade, chapéu e protetor solar, um impermeável leve na estação húmida e um lanche para os trilhos mais longos. Muitos percursos não têm sombra nem água pelo caminho, por isso conte sempre com o dobro da água que julga precisar, e uma câmara ou telemóvel para as vistas do topo.

Guia, carro e como planear

A maioria destes trilhos faz-se por conta própria, mas para os percursos guiados, como Fond Ferdinand, ou se preferir a segurança e o conhecimento de um guia local, tratamos disso por si. A Seicheles.com é um guia e portal de marketing, não uma agência de viagens: não vendemos nem cobramos, encaminhamos o pedido de guia ou de passeio para a SeyBooking.com, o operador licenciado, e ajudamos com o aluguer de carro para chegar ao início do trilho e com o resto do roteiro, sem qualquer custo adicional.

Caminhar com respeito

Muitos destes percursos atravessam parques nacionais e reservas com espécies que só existem nas Seicheles. Mantenha-se nos trilhos marcados, não apanhe plantas nem sementes, leve o seu lixo de volta e não perturbe a fauna. Nos parques com bilhete, a taxa de entrada ajuda a conservar a floresta. Caminhar com este cuidado é o que garante que estes trilhos continuem tão bonitos para quem vier a seguir.

Dica

Leve água e calçado com aderência. A laje fica escorregadia com chuva.

Ficha

IlhaMahé
DificuldadeFácil a moderado
Duração1h30 ida e volta

À volta do trilho

Combine a caminhada com o resto. Veja as praias, os passeios e onde ficar em Mahé.

Perguntas frequentes

Quanto tempo demora o Trilho de Copolia?

Cerca de 1h30 ida e volta. Some tempo para fotografias e descanso no topo.

Como chego ao início do Trilho de Copolia?

O trilho parte de um portão sinalizado na estrada de Sans Souci, a estrada de montanha que liga Victoria à costa oeste, a cerca de vinte minutos de carro da capital. Há um pequeno parque de estacionamento junto ao início e um posto onde por vezes se paga uma taxa simbólica de entrada no parque nacional. De táxi ou carro alugado é o mais prático, já que não há autocarro à porta.

Como é o percurso do Trilho de Copolia?

São cerca de quarenta e cinco minutos de subida constante, por um caminho bem marcado de degraus de madeira, raízes e pedra, através da floresta do Morne Seychellois. O troço final abre-se numa enorme laje inclinada de granito, o glacis, que se atravessa com cuidado até à beira. Não é técnico, mas a laje fica escorregadia com chuva.

O que se vê no Trilho de Copolia?

Pelo caminho vê plantas carnívoras, as nepenthes que só crescem nestas montanhas, palmeiras endémicas, granito coberto de musgo e ouve o canto das aves da floresta. Do topo, a vista abre-se sobre Victoria, o porto, o Parque Marinho de Sainte Anne e as ilhas ao largo, uma das melhores panorâmicas de Mahé.

Qual é a dificuldade?

Fácil a moderado, ao alcance de qualquer pessoa com forma física normal, incluindo crianças habituadas a andar. A subida é curta mas puxa um pouco com o calor. Calçado com boa aderência faz toda a diferença nos degraus e na laje final.

É preciso guia?

Alguns trilhos fazem-se sozinho, outros, como Fond Ferdinand, são guiados. Podemos tratar de um guia ou de um passeio através da SeyBooking.com.

Qual é a melhor altura para o fazer?

Faz-se todo o ano, mas é melhor na estação mais seca, de maio a setembro, quando o trilho está menos lamacento e a laje menos escorregadia. Vá de manhã cedo, antes do calor e das nuvens que muitas vezes tapam a vista a meio do dia.

O que devo levar?

Leve água e calçado com aderência. A laje fica escorregadia com chuva.

É seguro?

É um trilho seguro e movimentado, mas a laje de granito no topo é inclinada e perigosa com piso molhado, por isso não se aproxime da beira com chuva. Leve água, avise alguém do seu plano e não desça ao escurecer. Calçado fechado com sola de aderência é essencial.

Outros trilhos

Boa viagem.

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